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Pânico no Metrô SP: mais de 100 feridos. Em Curitiba, debate

Colisão entre dois trens do Metrô na Zona Leste, em SP, feriu mais de 100 pessoas na Linha 3-Vermelha, às 9h50, entre as estações Carrão e Penha.

Bombeiros e Samu socorreram os passageiros, alguns com fraturas. O presidente do Metrô, Peter Walker, disse que a suspeita é de falha no sistema de automação. Os acidentes na linha do Metrô paulista têm sido frequentes.

A propósito, ontem à noite, na UniPositivo, alunos de jornalismo e urbanismo promoveram debate sobre o metrô curitibano, na TV Universitária. O urbanista sênior, arquiteto Lubomir Ficinski e o engenheiro urbanista Rafael Greca, já prefeito de Curitiba, estiveram lá, posaram para foto com Fernanda Cercal Odppes, Débora Mariotto, Ágata Déa, Larissa Michele, Emanuele Martins, Ana Flávia Belo, Bárbara Zem, Pri Utida, Mariana Mendes, Rodolfo Tazoniero do Amaral. Kauana Bechtloff fotografou e mandou para o blog. Foram contatados para o debate,10 técnicos da prefeitura, outros 10 do Ippuc, mais o prefeito Ducci. Ninguém deles apareceu. Do que têm medo? Existe algo para ser escondido?

Nosso leitor Renato Kiche também manda, via facebook, o retrato de protesto popular durante a realização da Audiência sobre o Metrô curitibano, pela prefeitura, no auditório do Memorial da Cidade. Ali, alguns cartazes levantados dizem: fraude. Com R$2,3 bilhão podemos ter ônibus com tarifa zero. Com medo, o prefeito ficou apenas 15 minutos. A mesa não permitiu perguntas livres, e só foram aceitas 10 perguntas, selecionadas por sua docilidade.

É lembrar aos leitores que em SP, durante as obras do metrô em curso, que se arrastam desde 1970, isto já aconteceu, conforme atestam fotos.

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Comissão da Verdade

Com discurso emocionado, a presidente Dilma Rousseff instalou a Comissão da Verdade, e se disse orgulhosa pelo fato de a história ter reservado a seu mandato o momento dessa instalação, para apurar violações aos direitos humanos, ocorridas entre 1946 e 1988, no Brasil.

Em presença dos ex-presidentes Lula, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor, José Sarney, tomaram posse os sete integrantes da Comissão da Verdade, nomeados por Dilma, para apurar a verdade, durante dois anos. O caráter não será punitivo, mas de apuração para resgate histórico. Mesmo assim, os militares presentes, representando as Forças Armadas, não aplaudiram, mantiveram seus braços cruzados, mostrando fisionomia tensa. Ao final, deixaram a solenidade sem cumprimentos. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula.

Dos sete integrantes da Comissão da Verdade, a indicação da advogada Rosa Maria Cardoso da Cunha para o grupo incomodou profundamente os militares, da reserva e da ativa. Rosa foi advogada da presidente Dilma Rousseff e de suas companheiras de cela na Torre das Donzelas, no presídio Tiradentes, em São Paulo, nos anos 70. Os militares entenderam a presença de Rosa como uma postura revanchista, negada sempre nos discursos da presidente da República. Caiu muito mal nas Forças Armadas a presença da advogada. A comissão deveria ter um caráter de isenção e não de afronta, disse um general da ativa, que optou por não ser identificado, nesta quarta-feira, após cerimônia de posse da Comissão da Verdade.

Perguntada sobre a resistência dos militares a seu nome, Rosa Maria respondeu: Quando se colocar no plano da discussão, é um direito deles (militares), disse Rosa Maria.

A Comissão da Verdade é oportuna, mas não pode se enveredar pela questão criminal dos agentes do passado. A Lei de Anistia está em vigência e a própria lei que criou a comissão não prevê condenações. No meio das Forças Armadas, o receio é de que venham se abrir processos já albergados sobre o pálio refletor da anistia, disse o coronel Fagundes.

O advogado e escritor José Paulo Cavalcanti, da Comissão da Verdade, disse o grupo ainda definiria que casos serão apreciados. Ele afirmou que recebeu uma lista de 119 casos de atentados e assassinatos que teriam sido praticados por militantes da esquerda. A comissão toda é que vai decidir o que fazer com isso, disse Cavalcanti. Comentário de vários jornais na internet.

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Sarkozy vai para casa. Holande sofre raios e trovoadas

A Europa economicamente não vai nada bem. Com a rebelião democrática do povo grego que derrotou urnas o arrocho do FMI, dir-se-ia que o euro está no bico do urubu. A variação do PIB, neste último trimestre, no Velho Mundo só foi positiva de e apenas + 0,5% para a poderosa Alemanha. Deu 0 % para a França,-0,2% negativos para o Reino Unido,-0,3% negativos para a Espanha e -0,8 % negativos para a Itália. Uma tristeza.

Em Paris, o mesmo tapis rouge – tapete vermelho – foi estendido para quem entrava e para quem saía. A França rapidamente trocou seu governo. Carla Bruni e Nicolas Sarkozy deixaram o Palais du Elysée, ou Palácio do Eliseu, para onde se mudaram imediatamente os novos inquilinos:o presidente socialista eleito Holande e sua família.

Nas belas fotos Reuters, as cenas da transição, da mudança, e da tomada de posse, feita sobre forte aguaceiro, sujeito a chuvas, raios e trovoadas.

A passagem do novo presidente da França sob o Arco do Triunfo não foi nada imperial – qualquer majestade do ato solene seria derrubada pela chuva copiosa que o novo presidente enfrentou estoicamente.

Mais tarde, no mesmo dia, raios terríveis atingiriam a cauda do avião presidencial francês depois da posse, na primeira viagem de Holande à Alemanha, a caminho de Berlim, para nervoso encontro econômico com a chanceler Ângela Merkel.

Holande teve que retornar a Paris e mudar de aeronave. Seu avião teve os equipamentos de navegação fulminados. O novo presidente francês tomou seu primeiro grande grande susto. Há quem vaticine: o pior está por vir…

Ainda em Paris, desde seu belo endereço na Place de Vosges, o socialista Strauss-Kahn, cansado de tantas perseguições, alvo de calúnias, injúrias e difamações que afirma infundadas, agora resolveu abrir processos contra todos que o detrataram. A começar pela camareira do hotel Sofitel, em NY, que o acusou de assédio sexual. Pediu Kahn 1 milhão de dólares de indenização pelas oportunidades perdidas, pelos danos à sua reputação. Afinal, deixou de ser diretor geral do FMI, ficou preso, pagou pelo menos 2 milhões de dólares em multas, causou imenso prejuízo ao patrimônio de sua mulher, e ainda com a honra manchada, teve que abandonar a campanha de candidato socialista a presidente da França, quando era o favorito. (foto AFP).

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Bom mesmo é ter $$$ para pagar grande advogado

Por tempo indeterminado, o ministro do STF, Celso de Mello, suspendeu o depoimento de Carlinhos Cachoeira na CPI, investigado por corrupção. Aguarda o julgamento de pedido de habeas corpus, ainda sem data definida. A liminar pode esvaziar a CPI. O ministro atendeu pedido do advogado de defesa de Cachoeira, Thomaz Bastos, que cobrou adiantado já R$ 15 milhões. Mas, Cachoeira está podendo e valeu para ele. Aroeira acertou em cheio na charge de Cachoeira, com uma torneira conta-gotas na boca, que ilustra o post.

Brasília ferveu também com os ataques que o senador Fernando Collor de Mello desferiu ao jornalista Policarpo Jr, chefe da sucursal da Veja em Brasília. Collor aplicou o dito popular: a vingança é um prato que se come frio. E disparou, num ataque direto a Policarpo: quando uma pessoa adere ao intento criminoso de outrem, torna-se coautor do crime.

Já, o depoimento do procurador geral Roberto Gurgel à CPI, deverá ser dispensado e trocado por uma explicação por escrito. Outro dado interessante é que a base governista cerra fileiras contra a quebra de sigilo da Delta, e para impedir o depoimento de seu dono, Fernando Cavendish. A mesma Delta foi uma das três empreiteiras contratadas, em Curitiba, pela prefeitura Beto Richa/Ducci, da obra inacabada da Linha Verde. Era para ter 20 km, só tem 9 km. O dinheiro do BID mandado para a obra inteira acabou no terço de sua execução.

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Bodas de ouro, sem festa ou brilho

Faz 50 anos que receberam a benção nupcial – nos ritos católico romano e ortodoxo – na catedral de Santo Dionísio, em Atenas, no dia 14 de maio de 1962, conforme a foto histórica de Jayme Pato, veiculada pela agência EFE.

Os Reis de Espanha, Sofia e Juan Carlos, cumprem 50 anos de casados, hoje, mas não celebram suas bodas de ouro, nem em público, nem em casa. Não está nada católico o clima no Palácio de La Zarzuela, desde a aventura de Juan Carlos entre loiras e elefantes abatidos – e um ferimento no quadril – em Botsuana. A rainha, muito profissional, mantém discrição, põe panos quentes na acusação de corrupção contra seu genro, e tenta salvar o reino para seu filho, príncipe Felipe de Astúrias. Juan Carlos e Sofia tem um acordo em seguir trabalhando como Reis pensando no futuro de seu filho.

O casal reinante na Espanha se conheceu num cruzeiro para solteiros aristocratas, pelas paradisíacas ilhas gregas, organizado em 1954, pela rainha Federica da Grécia, então empenhada em arranjar bons partidos para suas filhas. Juan Carlos, era então um príncipe exilado em Portugal, filho dos Condes de Barcelona, e tutelado pelo ditador espanhol Francisco Franco.

Na época, Juan Carlos namorava a também exilada princesa da Itália, Maria Gabriela de Savóia. Sofia estava apaixonada por Harald, príncipe da Noruega. Seis anos mais tarde eles se encontraram no casamento dos Duques de Kent, em Londres, pintou um clima, e o casamento real aconteceu.

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Começa nova caminhada democrática

Rafael Greca disputará prefeitura de Curitiba pelo PMDB. Estimulado pelo povo pelos líderes de seu partido, nosso ex-prefeito urbanista sonha em voltar ao cargo donde saiu consagrado com uma popularidade de 96% em 1º de janeiro de 1997. Na ocasião, a lei brasileira não permitia ainda a reeleição dos prefeitos, governadores e presidente da República. Só passou a valer em 1998.

O senador Valdir Raupp, presidente nacional do PMDB, o deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB-PR e o senador Requião, presidente do diretório municipal do PMDB-Curitiba, e deputados federais de presença nacional, entre eles Edinho Araújo, líder do PMDB-SP, confirmaram na quinta, 10 o apoio à (pré) candidatura de Rafael Greca, à Prefeitura de Curitiba, nas eleições de 7 de outubro.

Rodrigo Rocha Loures – que aparece na foto quando falava em nome do vice presidente Michel Temer, de quem é secretário de relações institucionais, ouviu do senador Valdir Raupp: o evento do Greca foi o maior do gênero que ele presidiu em todo o Brasil nesta temporada pré-eleitoral.

Raupp presidiu Encontro Nacional do PMDB, na capital paranaense, num evento com a presença de mais de 1000 pessoas, no Espaço Torres, novo centro de convenções de Curitiba, entre militantes, correligionários, simpatizantes, lideranças comunitárias, pré-candidatos a vereador e imprensa. Impressionante o número de jovens voluntários presentes ao evento.

A geração que estudou nos livros Lições Curitibanas, frequentou os Faróis do Saber, onde conheceu a internet democrática, curtiu os espetáculos da Pedreira hoje amordaçada, não esquece do ex-prefeito. Na foto, Greca e esta repórter com os músicos Beto Capeletto, Banda Kattah e a jovialíssima e talentosa Banda Sixtt. Fred Pinheiro, Hedmilton Rodrigues, Giovani Castelli de Lucca, Pedro Litchnow, e Leandro Santos fotografaram para o blog.

Mauricio Viera, da ordem Vidya Ioga, esteve lá. Encantou-se e fotografou por sua conta. Postou estas imagens de grande alegria no Facebook. Nos clicks de Maurício, a vereadora curitibana Noêmia Rocha ladeada por Raupp e Greca. Comigo, cantando o hino de Curitiba, nosso apaixonado engenheiro urbanista.

No final do discurso, Rafael Valdomiro disse: ninguém poderá com a minha alegria de pensar na possibilidade de poder voltar a servir à cidade de Curitiba. É um vôo da alma em direção à luz dos Pinhais.

Leia Mais em Fotos da Semana e Agenda.

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O campeão que paga para correr

Novidade no podium do Grande Prêmio da Espanha de F-1. O jovem venezuelano Pastor Maldonado, da escuderia Williams, fez história neste domingo ao obter a primeira vitória de um piloto de seu país na Fórmula 1. Levou o Grande Prêmio da Espanha, no circuito de Montmelo. Fernando Alonso levou a Ferrari ao segundo lugar e o finlandês Kimi Raikkonen deixou a Lótus em terceiro.

Frank Wiliams comemorou duplamente: o domingo também era seu 70º aniversário. Sua escuderia não ganhava uma corrida desde 2004, quando Juan Pablo Montoya venceu o GP do Brasil.

Maldonado já havia surpreendido no sábado, ao ficar em segundo lugar na classificação, alçado à pole position após uma penalização sobre o inglês Lewis Hamilton.

Com apenas 24 corridas na categoria máxima do automobilismo, Pastor Maldonado é filho do dono da maior concessionária de veículos da Venezuela, fornecedora de caminhões e viaturas ao exército de Hugo Chávez.

Até agora o jovem pagou para correr. A empresa de petróleo da Venezuela PVDSA – dá por ano 30 milhões de euros a Williams para assegurar um volante ao piloto. Será que daqui por diante a relação se inverte?

Os brasileiros mais uma vez não tiveram sorte na festa do automobilismo mundial.

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O poder de quem não teme, ou a coragem de saltar

Coragem é a arte de ter medo sem deixar transparecer. Quando se tem coragem sempre se está disposto – ensinou o pensador francês Corneille.

Medo, todos temos. A diferença é que os covardes não controlam o medo. E os corajosos o superam. Muita coragem nas fotos deste post: Al Bello, da agência Getty, do mergulhador que se lança de um trampolim iluminado pelo sol poente em Fort Lauderdale, nos EUA. A campeã britânica Sally Peake, ontem, no campeonato de atletismo em Doha, no Catar, na foto de Fadi Al Assad que caiu na rede.

É a mente que enriquece o corpo, já avisou Wiliam Shakespeare. O propósito do corpo é levar o cérebro para passear, já dizia Thomaz Edison. Exatamente o que fazem, com ousadia, os personagens deste post evocando a coragem de saltar, de lançar ao ar, de vencer os desafios do medo e da lei da gravidade.

Coragem, esforço e dor, na expressão do rosto do campeão de saltos sul africano Mokoena, também flagrado ontem no Campeonato de Atletismo de Doha no Catar, em foto espetacular de Karim Jaafar publicada no jornal The Telegraph on line.

Taj Gobson voa em direção à tabela, no jogo Bulls de Chicago contra Sixers de Philadelphia, nesta cidade da costa leste dos EUA, em foto de Drew Hallowell estampada na agência Getty Imagges. Pura magia pois – como lembrava Goethe – ousadia contém gênio, poder e magia.

A professora curitibana Meg Thai salta diante do Farol do Saber. Simboliza que aos sonhos não importa o preço. Pois o ser humano que não tem medo de nada é tão poderoso como aquele a quem todos temem, conforme verso imortal do poeta alemão Schiller.

Quem tem coragem para enfrentar os perigos vence antes que eles o ameacem, já disse o companheiro Pubilius Syrus, filiado ao nosso partido dos sem medo, na Roma antiga. Conseguiu muitos seguidores pois só um homem que tem coragem faz uma maioria.

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Gala do Met: estrelas botam pernas de fora

Na semana, o Baile de Gala anual do Metropolitan Museum de Nova York, deu à mídia mundial mais uma passarela. No red carpet, quase todas as celebridades botaram as pernas de fora. A bela modelo polonesa Anja Rubik exagerou nas fendas do vestido branco. Angelina Jolie encarnou sensual Versace negro.

Mais comportada, a brasileira Gisele Bündchen ostentou Givenchy by Riccardo Tisci negro bordado. Eletra Wiedmann vestiu vermelho.

Karolina Kurkova evocou musas da antiga Grécia em longo verde drapeado e de um ombro só. Beyoncé foi de modelo transparente rebordado sobre tule com profusão de plumas em lilás e negro. Um espanto.

Anne Wintour, referência de elegância, vestiu modelo Prada branco, bordado com parrure de topázios preciosos a enfeitar-lhe o colo. Cameron Diaz apostou no topete e no modelo platinum blonde, ou Vênus prateada.

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Juliana cravo e canela

Um dos fregueses do Bar Vesúvio diz ao turca Nassib: Manda-a de volta ao fogão, ao seu quintal de goiabas, a dançar marinheiro, a seu vestido de chitas, a suas verdes chinelas, a seu inocente passar, a seu riso verdadeiro, a sua infância perdida. O cantar de Gabriela rescende a cravo e canela.

Em junho estreia mini série da Globo com nova versão de Gabriela, do imortal Jorge Amado. Será exibida onze da noite, para permitir sensualidade maior do que no chamado horário nobre. Juliana Paes revive a indomável baiana de dotes sensuais e culinários capazes de enfeitiçar o dono do Vesúvio, ponto de encontro de Ilhéus, capital do cacau, no sul da Bahia.

A bela Juliana cobriu-se de make up capaz de reproduzir lama de mangue, poeira e areia, conforme pedem rusticidade e autenticidade do personagem. Sônia Braga viu copiões gravados em Canavieiras – subúrbio de Ilhéus – e aplaudiu. Enviou flores para Juliana. Roberto Talma dirige e Walcyr Carrasco adapta o romance ao vídeo. Humberto Martins,Marcelo Serrado e Antônio Fagundes compõe o fã clube masculino do cantar de Gabriela, feito de cravo e canela.

Publicado pela primeira vez em 1958, o clássico livro Gabriela Cravo e Canela refere a região cacaueira da Bahia nos idos de 1925. E o caso amoroso de Nassib e Gabriela. A obra revela meandros do sistema político provinciano, costumes arcaicos, transgressões e a vida amorosa na cidade de Ilhéus. Sônia Braga cresceu na carreira quando viveu o personagem na televisão e no cinema.

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